Após viver 18 anos na homossexualidade e tentar tirar a própria vida, uma mulher se rendeu a Jesus e teve a vida transformada. Hoje, ela compartilha seu testemunho e encoraja jovens a se renderem ao Senhor.
Ana Cavalheri passou anos se relacionando com outras mulheres, enfrentando vícios e abusos: “Cresci sem pai, fui abusada com 6 anos e vivia num lar violento, onde o alcoolismo imperava. Com tudo isso, as referências masculinas que eu tinha na minha vida não eram saudáveis”, disse ela no Instagram.
Ela explicou que sentia ódio dos homens, pois os associava à traição, ao abandono e à violência.
“Isso fez com que eu acreditasse que ser feminina, ser doce, era uma fragilidade, era algo ruim. Era algo que me fazia ser menos. Por isso eu cresci muito masculina. Com 11 anos, eu comecei a me relacionar com mulheres. Eu não parei até os meus 28 anos, quando Jesus me encontrou”, contou Ana.
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Aos 15 anos, ela teve um coma alcoólico e passou a consumir frequentemente álcool e maconha. Mesmo depois de construir uma carreira e conquistar reconhecimento profissional, Ana ainda sentia um vazio em seu coração:
“Fui crescendo sem saber quem eu era, sem saber por que eu existia nesse mundo, sem saber que a minha vida tinha valor. Eu procurava aprovação e achava que tinha que estar o tempo todo em um relacionamento. Porque eu não conseguia conviver com a solidão que era estar comigo mesma. Tudo isso era um vazio de Deus dentro de mim”.
“A sensação era de que eu não me conhecia, eu não sabia quem eu era. E essa sensação era tão forte que fazia com que eu não sentisse vontade de viver”, acrescentou.
‘Deus me deu uma nova vida’
Uma semana antes de aceitar Jesus, Ana tentou tirar a própria vida ao dirigir bêbada: “Eu não lembro como eu entrei no carro e não lembro como eu cheguei no lugar onde eu estava. Era como se eu tivesse dormido e acordado naquele lugar. Deus me protegeu”, contou Ana.
E continuou: “Quando o Senhor me encontrou, eu estava numa mesa de uma lanchonete, e lá eu disse: ‘Vou entregar minha vida para Jesus’. Quando Ele me olhou nos olhos, na mesa daquela lanchonete, todo vazio que tinha dentro de mim foi preenchido com um olhar. E esse olhar foi de um homem, e esse homem se chama Jesus Cristo”.
“Em meio a toda a minha dor, Jesus me quis da forma como eu estava. Eu estava no homossexualismo, completamente perdida nas dores do meu coração, nos traumas da minha infância, nos abusos que eu sofri e Deus falou para mim: ‘Vem filha, do jeito que você está’. Eu fui, e daquele dia em diante, eu nunca mais olhei para trás”, acrescentou.
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Nesse período, Ana foi batizada e passou a compartilhar seu testemunho nas redes sociais para alcançar jovens que enfrentam os mesmos desafios que ela superou em Cristo.
“Deus transformou não só a minha mentalidade, como a minha forma de ver o mundo, como a minha identidade, Ele me deu um anel, Ele me deu um lugar na mesa, Ele me deu uma vida nova, um sopro de vida dentro de mim”, afirmou ela.
E continuou: “Eu sou uma improvável, mas Deus me levantou para dizer para você que Ele ainda faz milagres, que não importa o trauma que você sofreu, não importa o lugar onde você está, não é escuro demais para Deus te buscar”.
“Hoje, eu não tenho vontade apenas de viver, eu tenho vontade de abrir a minha boca e testemunhar, que grande é o Senhor, e que Ele é poderoso para fazer, infinitamente mais, do que eu, do que você, do que qualquer um de nós possa imaginar. Não se engane, Jesus não está morto, Jesus está vivo, e Ele está operando milagres”, concluiu.

